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Saída de grupo com menores: um documento faltando atrasa o roteiro inteiro Dez integrantes de um grupo missionário de uma igreja de Ansan tiveram o embarque negado no aeroporto de Incheon porque faltavam os documentos migratórios dos menores, e a viagem precisou ser adiada.
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A Apostille Korea informou que saídas em grupo com menores exigem preparar antecipadamente os documentos de cada integrante. A falta de um único documento pode atrasar o roteiro de todo o grupo.
- No início de julho, dez integrantes de um grupo missionário de uma igreja de Ansan tiveram o embarque negado no aeroporto de Incheon por falta dos documentos legais de garantia dos menores.
- Viagens em grupo nas quais o menor sai com um professor responsável em vez dos pais também exigem a Certidão de relações familiares e a autorização parental de viagem.
- Independentemente da finalidade da viagem, esses documentos se tornaram indispensáveis na passagem de fronteira de um menor.
- As embaixadas na Coreia informam que a entrada ou a saída pode ser recusada se os requisitos documentais não forem cumpridos.
Por que uma viagem missionária inteira foi adiada
No início de julho, dez pessoas de uma igreja de Ansan, entre fiéis menores de idade e os professores responsáveis, ficaram retidas no aeroporto de Incheon quando partiriam para uma missão no exterior. O balcão de embarque recusou emitir as passagens. O motivo foi a falta dos documentos legais de garantia dos menores. Segundo o balcão, os menores do grupo não portavam a Certidão de relações familiares nem a autorização parental de viagem exigidas na fronteira, de modo que as regras impediam a emissão. O grupo não teve alternativa senão adiar o calendário da missão enquanto providenciava os documentos. O missionário responsável disse que em saídas anteriores nunca ouvira falar desses papéis e que divulgaria amplamente a informação para que outras igrejas não passassem pelo mesmo.
Em saídas de grupo, verificar a composição vem primeiro
Os países hoje exigem com rigor documentos como a Certidão de relações familiares e a autorização parental de viagem quando um menor cruza a fronteira, para prevenir crimes internacionais como tráfico de pessoas e sequestro dirigidos a menores. A exigência alcança as Américas, a Europa, o Oriente Médio e a América do Sul, além de destinos populares como Filipinas, Guam e Havaí, e vale qualquer que seja a finalidade da viagem. Os documentos necessários dependem de quem viaja junto. Se o menor sai com os dois responsáveis legais, é preciso a Certidão de relações familiares com reconhecimento notarial; como é emitida apenas em coreano, precisa ser traduzida para o idioma do país de destino e reconhecida. Se viaja com apenas um dos pais, ou com um terceiro como acompanhante ou representante dos pais, à certidão reconhecida deve somar-se um documento que comprove o consentimento de quem detém o poder familiar. Em saídas de grupo a situação de cada integrante é diferente, o que torna a verificação prévia ainda mais importante.
Perguntas frequentes
Viagens em grupo de escolas ou igrejas também se enquadram?
Sim. Qualquer que seja a finalidade da viagem, são exigidos documentos sempre que um menor sai sem os pais.
Se houver um professor acompanhante, ainda é preciso a autorização dos pais?
Sim. Quando o menor viaja com um terceiro e não com os pais, são necessárias tanto a certidão reconhecida quanto a autorização parental de viagem.
O que acontece se faltarem os documentos?
As regras permitem recusar o embarque. Um grupo de dez pessoas ficou sem passagens e teve de adiar a viagem.
Fonte: 넥스트데일리 · 2017-07-17