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Viagem de menor: sem tradução e reconhecimento da certidão de relações familiares, o embarque pode travar A certidão é emitida apenas em coreano, de modo que só produz efeito no exterior depois de traduzida para o idioma de destino e reconhecida em cartório.
- Países relacionados
- 영국, 캐나다
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A Apostille Korea afirmou que a tradução reconhecida da certidão de relações familiares e a autorização parental de viagem devem ser preparadas com antecedência para menores que saem do país. As recusas na imigração por documentação incompleta vêm crescendo, mas agências de viagem, embaixadas e cartórios explicam as regras de forma diferente e a confusão persiste.
- A certidão de relações familiares é emitida apenas em coreano, então precisa ser traduzida para o idioma do país receptor e reconhecida em cartório para valer fora.
- Se o menor viaja com apenas um dos pais ou com terceiro, exigem-se a certidão reconhecida e a autorização parental de viagem.
- A exigência se estendeu para além de Reino Unido, Canadá, Austrália, Estados Unidos, Vietnã e Filipinas, alcançando destinos emergentes como Índia, África do Sul e Nova Zelândia.
- As embaixadas indicam que a entrada ou a saída pode ser negada se a documentação relativa à viagem do menor for insuficiente.
Barrado depois de levar só passaporte e passagem
Em maio, um morador do distrito de Jung, em Seul, de sobrenome Kim planejou uma viagem ao exterior com a família e o sobrinho aproveitando o feriado. Como tinha ouvido que menores precisam de documentos adicionais para deixar o país, procurou a agência de viagens, mas recebeu apenas a resposta de que ela não sabia quais papéis precisavam ser levados à parte e de que ele não esquecesse a passagem e o passaporte. Confiando nessa orientação, levou somente passaporte e passagem, mas o balcão do aeroporto de Incheon negou o cartão de embarque por outro motivo. Como o sobrinho menor não viajava com ambos os responsáveis legais, era preciso portar a autorização parental de viagem e a certidão de relações familiares, e sem elas a norma não permitia emitir o bilhete. Ao reclamar, a agência respondeu apenas que o problema ocorreu por falta de orientação precisa e que tomaria providências para não se repetir.
Um papel só vale depois de traduzido e reconhecido
Os países do mundo exigem com firmeza documentos de garantia de viagem, como a certidão de relações familiares e a autorização parental, no controle migratório, para prevenir crimes internacionais contra menores como tráfico de pessoas e sequestro. O alcance já não se limita a destinos tradicionais como Reino Unido, Canadá, Austrália, Estados Unidos, Vietnã e Filipinas, chegando a praças emergentes como Índia, África do Sul e Nova Zelândia. Os sites das embaixadas desses países informam que a entrada ou a saída pode ser negada se a documentação relativa à viagem do menor for insuficiente. O que é preciso depende da composição do grupo. Se o menor sai com ambos os responsáveis legais, exige-se a certidão de relações familiares e, como é emitida apenas em coreano, precisa ser traduzida para o idioma do país de destino e reconhecida em cartório para ser apresentada na imigração. Em todos os demais casos, seja viajando com apenas um dos pais, seja com terceiro na condição de acompanhante, a certidão reconhecida deve vir junto com a autorização parental de viagem.
Perguntas frequentes
Dá para entregar o original da certidão de relações familiares como está?
Não. Como é emitida apenas em coreano, precisa ser traduzida para o idioma do país de destino e reconhecida em cartório.
Quais países pedem esses documentos?
Não apenas destinos tradicionais como Reino Unido, Canadá, Austrália, Estados Unidos, Vietnã e Filipinas, mas cada vez mais Índia, África do Sul e Nova Zelândia.
Dá para confiar só na orientação da agência de viagens?
As regras se firmaram há pouco tempo, então agências, embaixadas e cartórios podem explicá-las de forma diferente. Houve um caso em que o viajante seguiu a agência e teve o embarque negado no aeroporto.
Fonte: CCTV · 2017-06-15