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Atestado de antecedentes criminais é indispensável para trabalhar fora, mas quase impossível de obter no local Sem certificado digital público a via online fica fechada, e nos consulados a orientação é apenas viajar à Coreia para retirá-lo.
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A Apostille Korea informou que construiu um sistema de processamento para reduzir a dificuldade de obter o atestado de antecedentes criminais estando no exterior. O documento é obrigatório para emprego, entrada e residência fora do país, mas as vias para consegui-lo do local de residência estão praticamente fechadas.
- Viagens internacionais mais frequentes e o emprego em empresas estrangeiras aumentam a procura pelo atestado de antecedentes criminais.
- Os antecedentes criminais são classificados como dado pessoal do mais alto nível, o que torna o trâmite complexo.
- A emissão online exige módulos de segurança e certificado digital público, algo fora do alcance de quem vive fora.
- Mesmo com procurador, os dados pessoais sensíveis acabam tratados onde o interessado não consegue verificar.
Está na lista de exigências, mas não se consegue
Com viagens internacionais mais frequentes e mais contratações em empresas estrangeiras, cresce a procura pelo atestado de antecedentes criminais, documento básico de verificação de identidade. Os antecedentes criminais, porém, são classificados como dado pessoal do mais alto nível, o que torna o trâmite complexo. Um candidato que permanecia por longo período nos Estados Unidos com visto de férias e trabalho encontrou o atestado na lista de exigências depois de uma entrevista de estágio numa empresa comercial local. Consultou o consulado, onde lhe indicaram solicitar online ou, não sendo possível, viajar à Coreia para retirar pessoalmente; mas sem certificado digital público a via online estava fechada e não havia tempo para viajar. O documento é um formulário que registra os antecedentes do próprio solicitante e se divide em duas versões, conforme incluam ou não as penas já extintas.
O ônus que permanece mesmo com procurador
Como a versão que inclui as penas extintas é um documento sensível, a regra é usá-lo apenas para verificar a pessoa interessada, e o fornecimento só cabe no alcance mínimo necessário e nas hipóteses previstas em lei, como as autorizações de residência de estrangeiros. O pedido online exige instalar vários programas de módulos de segurança e registrar um certificado digital público; quem não consegue cumprir isso precisa comparecer pessoalmente. Os residentes na Coreia devem obtê-lo por conta própria, enquanto quem está fora pode nomear um procurador. Essa via requer documentos que comprovem a permanência no exterior, a retirada do atestado pelo procurador e, depois, conforme o país, a confirmação ministerial mais a apostila ou a legalização consular. Mesmo com procurador permanece o ônus de um documento com dados pessoais sensíveis ser tratado onde não se pode conferir, de modo que muitos coreanos residentes fora viajam à Coreia apenas para retirar o papel. A Apostille Korea afirma que construiu seu sistema para quem fica nesse vazio e que, por se tratar de documento com dados pessoais, é preferível encaminhá-lo por um escritório especializado rápido e seguro.
Perguntas frequentes
Um consulado pode emitir o atestado?
Não é um guichê de emissão. Ao consultar, os consulados orientam pedir online ou, não sendo possível, obtê-lo pessoalmente na Coreia.
O que fazer sem certificado digital público?
A emissão online fica descartada, então é preciso pedir presencialmente ou, estando fora, nomear um procurador para tratar do pedido.
Que trâmites envolve nomear um procurador?
Reunir documentos que comprovem a permanência no exterior, o procurador retira o atestado e depois, conforme o país de destino, vêm a confirmação ministerial mais a apostila ou a legalização consular.
Fonte: 데일리시큐 · 2017-03-21