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Apostille Korea cuida da tradução e legalização de documentos de viagem de menores Sem a certidão de relações familiares e a autorização parental de viagem, o menor pode ter entrada ou saída negada.
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A Apostille Korea informou que cuida da tradução, do reconhecimento notarial e da legalização dos documentos exigidos de menores em viagens ao exterior. Os papéis necessários mudam conforme quem acompanha a criança, então a composição do grupo precisa ser verificada antes.
- Para prevenir crimes internacionais contra menores, os países exigem na fronteira a certidão de relações familiares e a autorização parental de viagem.
- Os sites das embaixadas informam que entrada ou saída pode ser negada se os documentos não forem portados.
- Se os dois pais viajam junto basta a certidão de relações familiares; nos demais casos é preciso a cópia autenticada mais a autorização parental de viagem.
- A certidão de relações familiares é emitida somente em coreano, então precisa ser traduzida para o idioma do país de destino e autenticada.
Os documentos mudam conforme quem viaja
Para famílias que saem ao exterior com um menor, o primeiro ponto a verificar é a composição do grupo que viaja. Quando o menor embarca junto com os dois pais, que são seus responsáveis legais, é exigida a certidão de relações familiares. Como esse documento é emitido apenas em coreano, usá-lo na fronteira significa traduzi-lo para o idioma do país onde será apresentado e depois reconhecer a tradução em cartório. Em todas as demais situações, seja com apenas um dos pais ou com um terceiro que atue como acompanhante, a cópia autenticada da certidão precisa vir acompanhada da autorização parental de viagem. Essa autorização comprova que quem detém o poder familiar concordou com a viagem. Conferir os requisitos conforme a composição do grupo antes do embarque é a forma mais segura de evitar problemas no aeroporto.
Por que as exigências ficaram mais rígidas
Para prevenir crimes internacionais como tráfico de pessoas e sequestro dirigidos a menores, países de todo o mundo passaram a exigir documentos de garantia de viagem quando um menor cruza a fronteira. A exigência alcança destinos conhecidos como Havaí, Guam e Boracay, além de Reino Unido, Canadá, Austrália e outros países. Os sites das embaixadas afirmam expressamente que entrada ou saída pode ser negada se o menor não portar os documentos correspondentes. Como no passado eles não eram pedidos, alguns viajantes chegam ao aeroporto sem prepará-los e acabam barrados. Além disso, tradução, reconhecimento notarial, legalização consular e apostila variam conforme o país de destino, de modo que agências de viagem, cartórios e embaixadas às vezes dão explicações diferentes. Em alta temporada, quando a venda de passagens internacionais e pacotes cresce muito, é melhor reservar prazo folgado para a preparação.
Perguntas frequentes
O que é preciso quando os dois pais viajam junto?
A certidão de relações familiares, traduzida para o idioma do país de destino e autenticada.
E se só um dos pais viaja, muda alguma coisa?
Sim. São necessárias a cópia autenticada da certidão de relações familiares e a autorização parental de viagem.
O que acontece se os documentos não forem preparados?
As embaixadas avisam que entrada ou saída pode ser negada quando os documentos não são portados.
Fonte: DATANET · 2017-07-03