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Governo vai reforçar o apoio a quem recomeça depois de um fracasso empresarial Diante das críticas por concentrar o apoio na fase de abertura de empresas, foram propostas medidas como ampliar a faixa de bens isentos de penhora na falência pessoal.
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O governo informou que vai reforçar o sistema de apoio a quem tenta de novo e a negócios recriados após o fracasso de um empreendimento. Vinham se repetindo as críticas de que o apoio das políticas públicas se concentra na fase inicial, deixando escasso o respaldo a quem recomeça. Ao constatar a fragilidade do ciclo que vai do investimento à recuperação e do fracasso a uma nova tentativa, o governo apresentou várias medidas.
- Vinha sendo apontado que o apoio público se concentra na fase de abertura de empresas e é escasso para quem recomeça.
- O governo propôs ampliar, conforme a realidade, a faixa de bens isentos de penhora na falência pessoal decorrente de fracasso empresarial.
- A taxa de sobrevivência em dois anos das empresas recriadas com apoio público foi de 83,9%, contra 47,5% das empresas novas.
- Lee Young-woo, diretor da Apostille Korea, venceu a categoria de empreendedorismo do concurso de casos de fracasso inovador de 2016.
O diagnóstico de um ciclo de recomeço frágil
O apoio das políticas públicas vinha se concentrando, de modo geral, na fase de abertura de empresas. Em comparação, o respaldo à fase de recomeçar depois de um fracasso foi apontado como relativamente escasso. Ao comparar o apoio à abertura e ao recomeço em 2017, o volume destinado ao recomeço ficou muito abaixo. Quando um negócio fracassa, a carga recai em grande parte sobre o empreendedor como pessoa física. A permanência do aval solidário nas instituições financeiras privadas também foi apontada como fator que agrava essa carga. Nessa estrutura, avaliou o governo, o ciclo que vai do investimento à recuperação e do fracasso à nova tentativa não funciona adequadamente.
O que a sobrevivência das empresas recriadas mostrou
O governo reconheceu que ainda persiste a ideia de que fracassar ao empreender equivale a não haver recuperação. Concluiu, por isso, que era preciso reforçar o apoio institucional e de política pública. Os números confirmam: a taxa de sobrevivência em dois anos das empresas novas era de 47,5% em 2014. Já a das empresas recriadas com apoio público chegou a 83,9% em 2016. Como exemplo de recomeço foi apresentado Lee Young-woo, diretor da Apostille Korea. Ele dirigiu uma empresa de mecanismos de busca na internet que fracassou, trabalhou cinco anos em uma associação de pequenas e médias empresas inovadoras e depois voltou a empreender, vencendo a categoria de empreendedorismo do concurso de casos de fracasso inovador de 2016.
Perguntas frequentes
Por que o governo quer reforçar o apoio ao recomeço?
Porque o apoio público se concentrava na fase de abertura e deixava escasso o respaldo a quem recomeça após um fracasso. O governo avaliou como frágil o ciclo que vai do fracasso a uma nova tentativa.
Qual é a taxa de sobrevivência das empresas recriadas?
A taxa em dois anos das empresas recriadas com apoio público foi de 83,9% em 2016, superior aos 47,5% registrados pelas empresas novas em 2014.
O que foi proposto sobre a falência pessoal?
Ampliar, conforme a realidade, a faixa de bens isentos de penhora quando o fracasso empresarial leva à falência pessoal, aliviando a pressão sobre a vida cotidiana.
Fonte: 정책뉴스 · 2017-11-17