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Apostille Korea busca os originais para a verificação de identidade no casamento internacional A lei de intermediação matrimonial revisada exige entregar à mulher contraparte atestado médico, atestado de antecedentes criminais, comprovante de vínculo empregatício e registro de residência, com reconhecimento notarial.
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A Apostille Korea informou que oferece um serviço que obtém diretamente dos órgãos emissores os documentos administrativos necessários à verificação de identidade das agências de casamento internacional e os entrega. O método usual de receber os papéis do próprio interessado vem sendo criticado por não conseguir filtrar falsificações. Soma-se a isso o risco de sanção administrativa às agências quando o rito não é cumprido corretamente.
- Segundo o Ministério da Igualdade de Gênero e Família, as agências de casamento internacional registradas eram 361 em abril, ante 512 em 2013, quase metade.
- A queda acompanhou o endurecimento da regulação oficial após o aumento de casos de fraude ligados ao casamento internacional.
- A lei revisada exige entregar à mulher contraparte atestado médico, atestado de antecedentes criminais, comprovante de vínculo empregatício e registro de residência, com reconhecimento notarial.
- O descumprimento do rito pode gerar multa e, no pior cenário, ordem de fechamento ou suspensão das atividades.
Regras mais duras colocaram a verificação no centro
Segundo o Ministério da Igualdade de Gênero e Família, as agências de casamento internacional registradas junto ao governo somavam 361 em abril. Diante das 512 de 2013, a redução chega perto da metade. Por trás dessa queda acentuada está uma onda de endurecimento regulatório que se seguiu ao aumento de casos de fraude ligados ao casamento internacional. Pela lei de intermediação matrimonial revisada, um casamento internacional conduzido por agência obriga a entregar à mulher contraparte atestado médico, atestado de antecedentes criminais, comprovante de vínculo empregatício e registro de residência, e esses documentos precisam passar por reconhecimento notarial. Quando o processo não é cumprido de forma adequada, pode haver multa e, no pior cenário, ordem de fechamento ou suspensão das atividades. Foi assim que a verificação de identidade virou o tema central do setor.
Uma equipe própria não elimina o risco de falsificação
Diante disso, cresceu o número de empresas que montaram equipes próprias de verificação de identidade. A unidade recebe do próprio interessado os documentos ligados ao casamento, como históricos escolares, certificados de conclusão e respostas sobre antecedentes criminais, e depois confere tudo com o ministério competente e sua unidade regional. Ainda assim, restam dúvidas sobre a eficácia. A reação do próprio setor é que alocar pessoal e custos para uma tarefa rotineira de conferência pesa na operação. O problema maior é estrutural: mesmo com equipe de verificação, os papéis continuam vindo do próprio interessado. Num ambiente em que falsificar documento pela internet não é difícil, a entrega feita pelo interessado não basta para filtrar falsificações. A Apostille Korea cobre exatamente esse trecho, obtendo os originais diretamente dos órgãos emissores e entregando-os.
Perguntas frequentes
Quais documentos precisam ser entregues na intermediação de casamento internacional?
Pela lei revisada, é preciso entregar à mulher contraparte atestado médico, atestado de antecedentes criminais, comprovante de vínculo empregatício e registro de residência. Esses documentos precisam de reconhecimento notarial.
O que acontece se o rito documental não for cumprido?
Pode haver multa e, no pior cenário, a agência pode receber ordem de fechamento ou suspensão das atividades.
Uma equipe interna de verificação resolve a falsificação?
Se essa equipe também recebe os papéis do próprio interessado, o risco de falsificação permanece. Obter os originais diretamente dos órgãos emissores é apontado como alternativa.
Fonte: 산업일보 · 2017-06-22